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MUSEU DO VIDEO GAME

 

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A partir de 2015, visitar um museu será uma experiência diferente para quem gosta de jogos eletrônicos. O Brasil ganhou o primeiro Museu do Video Game oficial, apoiado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). A iniciativa, criada pelo colecionador Cleidson Lima, viajará pelo país mostrando um acervo com mais de 200 consoles e 42 anos de história. O TechTudo conversou com o curador do museu para conhecer a exposição.

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42 anos de joystick e nostalgia

O Museu do Videogame foi criado pelo jornalista Cleidson Lima na capital de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande. Exibida por apenas 15 dias, a última exposição recebeu 160 mil visitantes em um shopping da região<b></b>. Além disso, mais de 450 mil pessoas foram a exposição em 4 anos.

Em agosto deste ano, o museu foi oficializado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Com isso, a organização passou a fazer parte de uma das 1.666 organizações de preservação da história do país. Esse é um grande marco para o Brasil e para a história dos videogames, já que entre as mais de 3.451 instituições listadas pelo Cadastro Nacional de Museus (CNM), ele é o primeiro voltado para os games.

A última exposição do museu, realizada em Campo Grande, recebeu 160 mil visitantes em 15 dias (Foto: Divulgação)A última exposição do museu recebeu 160 mil visitantes em 15 dias. (Foto: Divulgação)

Com uma coleção relativamente grande, o museu destaca o Magnavox Odyssey, primeiro videogame fabricado do mundo, e o Telejogo Philco Ford, primeiro do Brasil. Entre tantos outros, há o Fairchild Channel F, primeiro console a aceitar os bons e velhos cartuchos.

Além disso, os visitantes vão poder reviver – ou jogar pela primeira vez – games clássicos. Entre as relíquias, 30 consoles estarão disponíveis para teste, como o Atari 2600 (1976), PlayStation 1 (1994), Nintendinho 8 bits (1985), Master System (1986) etc.

O Magnavox Odissey (1972) foi primeiro videogame fabricado no mundo (Foto: Divulgação)O Magnavox Odissey foi primeiro videogame fabricado no mundo. (Foto: Divulgação)

E, para completar essa viagem pela evolução dos videogames, o museu também oferece visitas guiadas, pequenas oficinas e até mesmo palestras. O acervo rodará o país a partir de 2015.

A exposição traz mais de 200 consoles e 6 mil jogos, sendo a maioria da coleção pessoal de Cleidson Lima. “Há itens que você coleciona para admirar e guardar a sete chaves em livros ou estante. Já os meus videogames funcionam plenamente e é sempre uma satisfação sacar um deles da estante para jogar com os amigos,” assume o colecionador.

O Fairchild Channel F (1976) foi o primeiro console a usar cartuchos (Foto: Divulgação)O Fairchild Channel F (1976) foi o primeiro console a usar cartuchos (Foto: Divulgação)

Uma paixão que virou hobby

O Museu do Videogame surgiu da paixão do jornalista por jogos eletrônicos. Cleidson começou a colecioná-los em 2006, adquirindo consoles e games de todas as gerações. A partir daí, não parou mais. Com isso, a pequena coleção, que começou com seis consoles, se transformou em uma verdadeira viagem por mais de 42 anos de história.

Os visitantes mais jovens se impressionam com os aparelhos antigos (Foto: Divulgação)Os visitantes mais jovens se impressionam com os aparelhos antigos, (Foto: Divulgação)

Segundo ele, o hobby começou como uma forma de recuperar o tempo perdido, já que ele mesmo não teve a oportunidade de comprar esses consoles na época em que foram lançados. “Quando pude tê-los, resolvi buscá-los em sites de leilão e até mesmo em lojas de itens usados,” disse o colecionador.

O acervo também é uma oportunidade de resgatar uma paixão que surgiu na infância, com o primeiro videogame. “Eu tive meu primeiro console com 13 anos. Era o Supergame CCE VG-2800, um dos mais populares clones do Atari na época. Foi a partir daí que joguei clássicos como River Raid,Enduro, Pitfall, Megamania, Asteroides, Seaquest, Keystone Kappers, Moonpatrol e muitos outros”, contou.

Além disso, Cleidson realizou o sonho de transformar o trabalho em diversão. Com parte da história dos videogames em casa, Cleidson criou a primeira exposição do Museu do Videogame, que ocorreu em 2011 em Campo Grande (MS).

Além de admirar os videogames, os visitantes podem experimentar grandes clássicos dos games (Foto: Divulgação)Além de admirar os videogames, os visitantes testar grandes clássicos. (Foto: Divulgação)

O evento e a coleção incentivaram o jornalista a ir mais além: o curador do museu resolveu também se aprofundar na própria história dos videogames. “Fui recolhendo todos e, quando percebi, já tinha uns 50 aparelhos na coleção. Resolvi, então, virar um pesquisador da história dos videogames,” explicou.

Museu Itinerante

O Museu do Videogame não ficará em apenas um lugar. Graças ao grande sucesso da exposição e com a parceria de empresas ligadas a tecnologia, a exposição rodará o Brasil. “Nossa meta para o próximo ano é levar o Museu do Videogame Itinerante para 12 cidades no país,” afirmou.

Londrina, Campo Grande, Recife, Fortaleza, Belém e Pelotas (RS) são cidades que já confirmadas para receber a exposição em 2015. Porém, há outras cidades que devem entrar no calendário, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre. Segundo o colecionador, a previsão é que o museu receba mais de 1,5 milhões de visitantes em 2015.

O Coleco Telstar Arcade (1977) é outro clássico do acervo, que um game diferente em cada uma de suas três pontas (Foto: Divulgação) O Coleco Telstar Arcade (1977) é outro clássico do acervo, que um game diferente em cada uma de suas três pontas. (Foto: Divulgação)

Os videogames como forma de arte

Com o apoio do Ibram, o museu pretende ainda valorizar a cultura dos jogos eletrônicos. Apesar de ser um produto artístico, os projetos relacionados a games recebem pouco apoio no Brasil.

A falta de interesse e apoio atrapalharam o desenvolvimento do projeto. “Os custos para manter os consoles, investir na compra de outros itens, além de levá-los a um local com acesso a um grande público são altos,” explicou Cleidson. “No início do projeto, acreditei realmente que seria um pouco mais fácil conseguir apoio, principalmente em minha cidade, pois é um projeto inovador. Mas não foi bem assim.”

O Museu do Videogame está ao Prêmio Brasil Criativo (Foto: Divulgação)O Museu do Videogame está no Prêmio Brasil Criativo. (Foto: Divulgação)

Mas o colecionador não desistiu e se surpreendeu, inclusive, com o apoio de outras empresas que investiram em parcerias para levar o projeto adiante. “Não tive esse apoio em minha cidade e o reconhecimento acabou vindo de onde eu menos esperava: empresas nacionais e multinacionais,” completou.

Por fim, a iniciativa ganhou o reconhecimento do Ministério da Cultura, e o Museu do Videogame está atualmente concorrendo como um dos finalistas do Prêmio Brasil Criativo na categoria Museus. Para dar seu voto e apoio, basta acessar este link. O prêmio será de R$ 5 mil. Esse valor será investido para melhorar a estrutura que acomodará os consoles durante suas viagens pelo país em 2015.

A previsão é de que o museu receba mais de 1,5 milhões de visitantes em 2015 (Foto: Divulgação)O museu deve recebr mais de 1,5 milhões de visitantes em 2015. (Foto: Divulgação)

Seja para fãs ou para curiosos, o Museu do Videogame promete valorizar e preservar os jogos eletrônicos como produto cultural. Jogadores que viveram as primeiras gerações dos videogames poderão mostrar a trajetória dos consoles para os mais jovens.

Fonte:  http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/11/museu-do-videogame-conheca-exposicao-retro-que-vai-rodar-o-brasil.html

 

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